No dia 26 de novembro de 2018, foi fundada a Sociedade de trabalho dos anestesiologistas do Pará, com a finalidade de arregimentar todos os anestesiologistas no estado do Pará e assumir a luta em defesa da classe.
Os primeiros clientes a firmarem contrato com a empresa recém criada foram: banco da amazonia, petrobras, fassincra, cepla, serpro e associação recreativa dos servidores da sudan. Posteriormente, este rol obteve um crescimento satisfatório, estando a quase uma década como uma das maiores empresa do seguimento de anestesiologia no Estado, considerando o numero dos associados, número de contratos e faturamento. Atualmente a STAP atua em todo o estado do Pará, atendendo a 39 convênios de saúde, incluindo operadoras, seguradoras, e caixas de assistência, bem como contratos de prestação de serviços em órgãos e autarquias do Estado, diversas Secretarias Municipais de Saúde, OSS e hospitais particulares. Somos quase 200 anestesiologistas a serviço da população paraense!
O principal objetivo da STAP é prestar serviços com excelência. Há sete anos, somos uma associação que une anestesiologistas com metas comuns, dedicados a oferecer serviços de alta qualidade à sociedade. Trabalhamos de maneira integrada com contratantes, pacientes, cirurgiões, hospitais e operadoras de saúde, reforçando toda a cadeia de cuidados com responsabilidade e ética.

Prestar assistência médica humanizada de excelência através de parcerias justas com instituições públicas e privadas.

Ser referência na prestação de serviço de excelência e modelo de gestão inovador na Região Norte, estando presente nas principais cidades e em todas as regiões do Estado.

Prestar serviços médicos humanizados e de excelência, na área de anestesiologia, atendendo o estatuto, regimentos e demais legislações aplicáveis, buscando atingir a satisfação dos seus clientes públicos e privados, através da melhoria contínua dos seus processos.
Seja um sócio e faça parte de uma equipe que valoriza a ética, a excelência profissional e o espírito de colaboração. A STAP-PA é um ambiente que incentiva o crescimento e a valorização do trabalho em equipe. Entre em contato conosco.
O tempo de duração de uma anestesia deverá ser proporcional ao tempo previsto para a intervenção cirúrgica.
Nas cirurgias com anestesia geral, o avanço tecnológico e farmacêutico permite hoje que o médico anestesiologista proporcione ao paciente uma anestesia com a mesma duração cirúrgica, tornando possível ao paciente acordar logo após o final da operação.
Nas técnicas regionais, na maior parte das vezes é desejável um efeito residual. Isso quer dizer que a parte do corpo submetida à cirurgia permanece anestesiada por algum tempo após a operação, proporcionando ao paciente ausência de dor por um período mais prolongado.
O tempo de duração da anestesia é programado pelo anestesista e depende do tempo da cirurgia e dos medicamentos usados para a sedação. Já o tempo que leva para acordar normalmente varia de alguns minutos a poucas horas após o término da cirurgia.
Para a realização de qualquer tipo de anestesia, é importante que o paciente seja monitorizado, com aparelhos para medir os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a respiração, pois, como a sedação pode ser muito profunda, é importante controlar o funcionamento dos sinais vitais.
Os principais efeitos colaterais da anestesia geral são:
Estes efeitos colaterais são comuns após a anestesia geral e, embora normalmente sejam transitórios, podem ser mais graves ou persistentes em alguns casos, especialmente em pessoas mais velhas.
Embora sejam raros, os principais riscos da anestesia geral incluem parada respiratória, parada cardíaca e sequelas neurológicas, que são mais frequentes em pessoas com a saúde muito debilitada, desnutridas e doenças cardíacas, pulmonares ou renais, por exemplo.
É ainda mais raro acontecer de a anestesia ter efeito parcial, como tirar a consciência, mas permitir que a pessoa se mova, ou até o contrário, quando a pessoa não consegue se mover, mas pode sentir os acontecimentos à sua volta.
O tempo de duração de uma anestesia deverá ser proporcional ao tempo previsto para a intervenção cirúrgica.
Nas cirurgias com anestesia geral, o avanço tecnológico e farmacêutico permite hoje que o médico anestesiologista proporcione ao paciente uma anestesia com a mesma duração cirúrgica, tornando possível ao paciente acordar logo após o final da operação.
Nas técnicas regionais, na maior parte das vezes é desejável um efeito residual. Isso quer dizer que a parte do corpo submetida à cirurgia permanece anestesiada por algum tempo após a operação, proporcionando ao paciente ausência de dor por um período mais prolongado.
O tempo de duração da anestesia é programado pelo anestesista e depende do tempo da cirurgia e dos medicamentos usados para a sedação. Já o tempo que leva para acordar normalmente varia de alguns minutos a poucas horas após o término da cirurgia.
Para a realização de qualquer tipo de anestesia, é importante que o paciente seja monitorizado, com aparelhos para medir os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a respiração, pois, como a sedação pode ser muito profunda, é importante controlar o funcionamento dos sinais vitais.
Os principais efeitos colaterais da anestesia geral são:
Estes efeitos colaterais são comuns após a anestesia geral e, embora normalmente sejam transitórios, podem ser mais graves ou persistentes em alguns casos, especialmente em pessoas mais velhas.
Embora sejam raros, os principais riscos da anestesia geral incluem parada respiratória, parada cardíaca e sequelas neurológicas, que são mais frequentes em pessoas com a saúde muito debilitada, desnutridas e doenças cardíacas, pulmonares ou renais, por exemplo.
É ainda mais raro acontecer de a anestesia ter efeito parcial, como tirar a consciência, mas permitir que a pessoa se mova, ou até o contrário, quando a pessoa não consegue se mover, mas pode sentir os acontecimentos à sua volta.